Tema 05 – Indústria.

Eeeeeeeei pooovo! Como estão? Chegamos ao quinto tema empenhados, e desta vez o assunto é Indústria. Tudo o que vocês podem imaginar que nos relaciona com ela poderia ser usado nesse post, desde como nos vemos, ou se nos vemos na indústria. Enfim, confessamos, ficamos um pouco em dúvida do que fazer quando soubemos desse tema. É fácil, porém abre muitas portas. Vejam só, até na hora de escrevermos sobre o que é industria ela nos mostra um leque de opções. E agora, o que fazer???

Bom, para começar vamos citar um exemplo de indústria, vizinha nossa aqui! Em nossa cidade, Concórdia, foi fundada a indústria Sadia, em 1944 por Attilio Fontana e hoje é maior empregadora da região. De uma influência e importância enorme para a nossa economia, ela gerou empregos, nomes de bairros e até mesmo um memorial em homenagem ao seu criador, que além de apresentar toda a história da empresa, é também um centro cultural para a cidade.

Assim sendo galera, a equipe Conhecitando preparou um esquema “easy” para entendermos melhor o que é uma indústria, aquela que transforma a matéria prima em outros produtos. Para isso, utilizamos como exemplo um velho conhecido dos estudantes, o lápis! É, o lápis. Aquele que está ao nosso lado na hora das provas, dos trabalhos e em praticamente todos os dias letivos. Companheiraço não?!

Indústria: Criando produtos e serviços

Nos primórdios da indústria, o número de pessoas que a coordenavam e a faziam andar sobre os trilhos era bastante reduzido, seu foco principal era contratação de mão de obra e ponto. Atualmente, as indústrias abrangem um número acentuado de funcionários, nas mais diferentes áreas, como: advogados, jornalistas, administradores, contabilistas, entre outras profissões que cabem como uma luva para o ramo industrial dos tempos modernos. Porém, tudo isso gira em torno de um único objetivo. Obter o melhor produto e adquirir satisfatórios resultados na venda e assim, agradar a nós, consumistas, é o foco industrial.

Como já dissemos, a indústria necessitava primeiramente da mão de obra, certo? Mas hoje, as indústrias encontraram um modo mais fácil de fazer com que seu objetivo seja alcançado. Vejam a nossa indústria fantasia de lápis de escrever, cuidamos tanto da saúde quanto dos direitos dos nossos funcionários, isso beneficia todos os lados, afinal, o operador da nossa máquina de fazer lápis não conseguiria exercer seu trabalho com dor de dente, ou então, com o braço machucado, por exemplo. Isso criou a oportunidade de médicos e dentistas trabalharem em conjunto com as indústrias, mas vamos falar melhor disso com o andar da carruagem.

Com essa ampliação de vagas e campos de trabalho é maior a possibilidade de trabalharmos e fazermos parte da indústria. Dessa forma, cremos que direta ou indiretamente, todas as formas de indústrias têm forte ligação com a maior parte das profissões, afinal, alem de médicos e dentistas, uma indústria precisa também de pessoas que exerçam profissões como as que citamos antes para administrar, cuidar do dinheiro e por aí é que anda a coisa.

Coloquemos em pratos limpos que existe a disponibilidade de emprego na indústria, porém a principal dificuldade está na qualificação da mão de obra. Existem inúmeras pessoas que gostariam de trabalhar nela, mas não apresentam nenhuma qualificação profissional, ou experiência para desenvolver algumas tarefas essenciais no trabalho desejado.

Como a falta de mão de obra qualificada muitas vezes é altíssima, algumas indústrias proporcionam a oportunidade de qualificação para os funcionários em seu próprio ambiente, criando seus cursos ou criando parcerias com escolas profissionalizantes. Estudo é tudo hoje em dia, não é? Um exemplo dessas escolas profissionalizantes é o colégio onde estudamos, o SENAI. Criado com o intuito de promover cursos para qualificação profissional, o SENAI, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, é um grande aliado das empresas tanto nas horas de parceria entre indústria e escola quanto na qualificação dos trabalhadores.

Conversando com Leonardo Sante, professor e coordenador dos cursos de Eletrotécnica/Eletrônica do SENAI, ele nos fala sobre o índice de empregabilidade dos cursos fornecidos pelo mesmo, cursos então, voltados para a indústria e nos mostra o seguinte link: http://www.sc.senai.br/siteinstitucional/comunicacao/noticias/exibir/id/233

Deste retiramos o seguinte trecho:

São cursos com alto índice de empregabilidade: conforme pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, as pessoas que passam pela educação profissional – seja em curso técnico, superior de tecnologia ou qualificação – têm 48,2% mais chances de obter uma ocupação – afirma o diretor regional do SENAI de Santa Catarina, Sérgio Arruda.

Artigo do dia 28 de Junho de 2010, “Profissionais com formação técnica têm 48% mais chances de emprego”.

Tentamos procurar por esse vídeo: “Jornal Nacional Falta mão-de-obra qualificada para a indústria” – mas ele não está mais acessível, então, vamos ao menos colocar a legenda dele, só para maiores informações.

Jornal Nacional

Falta mão-de-obra qualificada para a indústria. Crescimento de setores da indústria é grande, mas o aumento do número de empregos não corresponde ao ritmo de formação de profissionais. Programa do governo tem cursos para qualificar mão-de-obra. – 28/08/2008

Um segmento essencial é a área de manutenção industrial, que dá sustentação a todo o processo de produção e que também abre portas para profissionais com formação técnica ou superior, nas áreas de mecânica, elétrica e até mesmo informática, no cuidado na automação dos processos.

Após a produção, os produtos necessitam ser comercializados e aí entra a criatividade e originalidade dos funcionários do setor de marketing da empresa que precisam apresentar os produtos de forma inovadora, atraente, porém com segurança e custo-benefício favorável ao consumidor. (E cá entre nós, adolescentes são muito criativos!).

Para que os funcionários tenham um bom rendimento, precisam estar com a saúde em dia, e equipados visando evitar qualquer tipo de acidente, certo? Além do mais, precisam estar psicologicamente equilibrados.

Podemos presenciar inúmeros casos de pessoas que trabalham na parte de produção de algumas indústrias e que acabam por não render totalmente, devido a lesões, geralmente por esforços repetitivos. Pois é, aí entram em cena os profissionais da saúde, da segurança e de áreas psíquicas, que dão suporte para o bom desempenho dos colaboradores.

Dessa forma, trabalhar na indústria, significa individualmente exercer sua função de maneira eficiente para que o conjunto da obra funcione como a engrenagem de uma máquina, onde cada molinha possui sua grandeza.

Para complementar o assunto, convidamos Dirlei Klein que trabalha no SENAI, para nos dar um depoimento.  Apesar de ser professora da disciplina de história, Ensino Médio, da unidade do SENAI Concórdia, ela tem muito a nos contar sobre sua visão para com a indústria moderna e sobre o mercado de trabalho nesse setor.

Certamente, todos já perceberam o quanto a indústria auxilia no meio em que está inserida. Gera renda para muitos trabalhadores, faz com que a economia tenha bons resultados, entre outros fatores. Perceberam também, quão rápida é a evolução das indústrias. A substituição das ferramentas pelas máquinas, da energia humana pela energia motriz e do modo de produção doméstico pelo sistema fabril constituiu a Revolução Industrial, um processo de transformação acompanhado por grande evolução tecnológica. Processo esse, que continuará por longos anos, onde cada fábrica buscará a melhor qualidade de maquinário e mão de obra, para que essa seja transferida conseqüentemente a seus produtos.

Precisando de Ajuda?

Como sempre, seguem “links” interessantes com notícias em relação ao aumento do número de vagas de emprego nas indústrias brasileiras e o perfil dos principais contratados por elas. Fiquem ligados!

http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/07/emprego-na-industria-em-maio-e-o-maior-desde-2004-mostra-ibge.html -> Aqui você vai encontrar dados sobre o enorme crescimento das vagas no ramo industrial, inclusive na nossa região. Confiram!

http://www.openinnovatio.org/2009/08/08/vagas-estao-sobrando-mercado-trabalho/ -> Neste “link”, vamos encontrar um conteúdo que fala não especificamente de indústrias, mas que pode nos dar mais informações do porque tantas vagas de trabalho sobram e tanta mão de obra falta. Quem quiser entrar e ver, o texto relata que o comportamento dos candidatos foi um critério muito analisado pela empresa que estava contratando. Vejam só, além de qualificadas, as pessoas devem ter a cabeça no lugar, nada lógico, não?

Esperamos que gostem! Beijos e até o próximo post!

Equipe Conhecitando®

Tema 03 – Importância do Curso Superior

      Mês de dezembro, terceiro ano do ensino médio, férias, formatura! Ops! Seria melhor dizer, férias, formatura, VESTIBULAR! O temido vestibular chega. Uma prova decisiva para muitos, uma grande preocupação, talvez a maior delas nessa etapa da vida. Quando crianças, todos temos sonhos. Essa fase é construída pela nossa imaginação e é a partir daí que surgem as primeiras afinidades com algumas profissões. Uma médica, um jogador de futebol, ou até mesmo uma dona de casa dedicada, são algumas das premissas que surgem nessas cabeças tão férteis. O tempo passa, os objetivos mudam, o ensino fundamental se encerra, o ensino médio parece criar asas e passa tão rápido que se torna até difícil acompanhá-lo, então, chega finalmente à hora de uma das mais importantes decisões, a escolha da profissão, porém, não mais como uma brincadeira de criança. Pode-se dizer que esse é o maior pesadelo para muitos adolescentes, que na maioria das vezes ainda não descobriu seus gostos, afinidades e vive com a INDECISÃO. Dessa forma, não importa em que momento da vida você escolha cursar uma faculdade, o importante é ter consciência do quão competitivo está o mercado de trabalho e de como será importante fazê-lo para seu crescimento pessoal e principalmente profissional. Fazer uma faculdade, uma universidade é cada vez mais necessária para quem busca ascensão profissional, seu lugar ao sol. É uma importância que muitas vezes chega a ser crucial. O mundo está cada vez mais moderno, tecnológico e avançado, e quem não se prepara acaba sendo excluído e as grandes oportunidades ficando distantes. Na verdade, nós temos que nos adaptar ao ritmo de desenvolvimento da sociedade, temos que ir a busca, saber aproveitar as oportunidades e nos desenvolvermos juntamente com ela, só assim seremos vencedores.

Abaixo seguem algumas dicas, de como escolher o curso certo. Elas foram retiradas do site http://veja.abril.com.br/especiais/jovens_2003/p_064.html para quem quiser dar  uma olhadinha e esclarecer algumas dúvidas!

COMEÇOU UM CURSO SUPERIOR E NÃO GOSTOU? O QUE FAZER?

      Não tenha medo. A desistência ou troca-troca de cursos é mais comum do que se pode imaginar. Isso geralmente acontece porque o jovem é pressionado muito cedo a escolher o que quer ser para o resto de sua vida, e não existe problema algum se o curso escolhido no primeiro momento não agradar e a melhor opção for trocar, afinal, deve-se ter certeza na escolha, mesmo que seja acertada na primeira ou segunda troca.

1-        Começou um curso superior e não é bem aquilo que você pensava ser? Aproveite, você deve trocar de curso o mais rápido possível, mas lembre-se, nunca é tarde demais, o importante é sempre escolher o melhor para si, mesmo após algum tempo de curso.

2-        Não tenha medo de ter perdido dinheiro, toda experiência é útil para o mercado de trabalho hoje em dia.

3-        Tenha noção do quanto de dinheiro vai gastar. Trocar de universidade talvez, de cidade, às vezes isso é preciso, então, é bom ter em mente quanto vai ser necessário gastar.

4-        Planeje bem o próximo passo. Não cometa decisões precipitadas. Analise todas as possibilidades. O curso que está fazendo agora pode ser um aprimoramento para o que realmente quer fazer? Isso pode ajudar no seu futuro. 

INCERTEZA SOBRE A TROCA?

      Cursou um ano de faculdade? O curso ainda não apresentou características das quais você gostaria? Pode ser que o ponto da faculdade no qual você está, ainda não tenha lhe mostrado o que você realmente deseja da faculdade, mas isso pode surgir com o tempo. Você pode conhecer mais.

1-        Procure emprego não só na sua área. Alguns empregos podem lhe esclarecer as idéias.

2-        Tente fazer cursinhos que girem em torno do que você faz e do que você talvez deseja fazer. É um bom começo.

3-        Faça concursos relacionados com o seu curso. Veja como se sai e se o meio lhe agrada.

 Equipe Conhecitando®

Tema 02 – Curso técnico: emprego garantido.

O SENAI é conhecido por todo o país, por ser uma instituição voltada à indústria e que prepara seus alunos para o mercado de trabalho. Nós mesmos, integrantes do grupo, escolhemos o SENAI para essa preparação. Dessa forma, podemos perceber o quão importante ele se torna na vida das pessoas que por ele passam, e que após essa passagem, se destacam e deixam suas marcas. Atualmente, o mercado de trabalho está concorrido e esse é um fato que aumentará estatisticamente. Assim, cabe a cada um traçar objetivos e demonstrar toda a força de vontade e empenho necessários para vencer e ser melhor, nesse mundo tão competitivo. Dessa maneira observa-se um grande crescimento de escolas profissionalizantes e na procura por cursos técnicos em todo o país, que muitas vezes é preferível a um curso superior. As vagas de trabalho para quem o faz também se ascendem. Outro fator importante para a maior aquisição aos cursos técnicos é seu curto período de estudos, onde é possível se formar em apenas dois anos, sem contar com a facilidade de conquistar um estágio, e ser bem remunerado por isso. Dados mostram que o perfil dos estudantes que procuram um curso técnico atualmente, está mudando. A população com maior idade resolveu voltar a frequentar os bancos escolares. Muitos o fazem com o objetivo de desenvolver uma reciclagem profissional e ainda obter novas chances no mercado de trabalho.      

Alunos dos cursos técnicos SENAI, demonstrando todo o seu talento, na Olimpíada do Conhecimento 2008.

     

Desse modo, realizamos uma entrevista com o irmão de Talita Frozza, membro da equipe. Moisés Frozza – 21 – cursa o Tecnólogo em Manutenção Industrial, na UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Pato Branco).      

Equipe Conhecitando: O ensino técnico é hoje a melhor porta de entrada para o jovem que quer ingressar no mercado de trabalho?      

»Moisés: “Sim, o curso técnico dá suporte e orientação para os jovens que estão conhecendo o que é o mercado de trabalho. Em muitos casos de alunos que ingressam em cursos técnicos, no início do ano acadêmico, além de estarem desempregados, não apresentam grandes ambições pessoais e profissionais. O curso promove a capacitação profissional aliado ao crescimento pessoal de cada aluno que sabe o que quer.”       

Equipe Conhecitando: Porque você escolheu o curso técnico?      

»Moisés: “Por orientação da família e por existir afinidade com o curso ministrado pela entidade.”       

Equipe Conhecitando: O curso técnico lhe trouxe muitas oportunidades?      

»Moisés: “O curso me concedeu algumas oportunidades muito interessantes, que por questões pessoais (idade), não puderam ser aproveitadas.”       

Equipe Conhecitando: Como foi seu ingresso no mercado de trabalho através do curso técnico? No que o curso lhe ajudou?      

»Moisés: “Mesmo com algumas oportunidades de emprego encaminhadas, a minha contratação em meu atual emprego foi concretizada com a ajuda de um padrinho, neste primeiro momento o curso não acrescentou créditos para minha contratação. Porém com o passar do tempo e das atividades realizadas, pude empregar todos os meus conhecimentos adquiridos em dois anos como acadêmico, e demonstrei como foi importante o período de aprendizagem em que passei. Contudo, o curso técnico não auxilia apenas o aluno em aprender uma profissão, a formar um profissional, ele forma uma pessoa para a vida.”      

Abaixo, segue vídeo da série “Emprego de A a Z” exibida pelo fantástico e apresentada por Max Gehringer, com o título: “Curso técnico encurta caminho para emprego.” 

 
 

Equipe Conhecitando®   

Tema 01 – Como você enxerga o mercado de trabalho e as oportunidades de emprego?

Início da Sessão: sábado, 19 de junho de 2010

◦    Taís. está na conversa.

Gustavo  Corezzolla está na conversa.

taaally está na conversa.

Denison está na conversa.


taaally diz: Gente eu estava aqui pensando, é ano de vestibular, logo estaremos no mercado de trabalho, seremos profissionais.

Gustavo  Corezzolla diz: É verdade! ;~

Taís. diz:  Gustavo, como você está se preparando pra ingressar no mercado de trabalho? Como está sendo a escolha da sua profissão, afinidade, salário?

Gustavo  Corezzolla diz: Estamos concluindo o Ensino Médio. No estágio, que faço na área de elétrica no Senai, procuro aprender o máximo e adquirir cada vez mais conhecimento para estar preparado para o mercado de trabalho, que atualmente está muito concorrido em todas as áreas e tipos de profissões e só quem é bom realmente, vai conseguir um bom salário, além, de um trabalho estável.

Gustavo  Corezzolla diz: Entrei na parte de elétrica por acaso, eu sempre gostei de engenharia automobilística, porém na minha cidade existia nada relacionado, então parti para a elétrica, onde atuo hoje. Estou muito feliz e realizado. Como todo mundo, eu também busco estabilidade no emprego e um bom salário, muitos afirmam que trabalham só pelo amor, pelo que gostam, mas na realidade, todos nós por dentro, sentimos um prazer a mais quando nosso trabalho é bem recompensado, e nos sentimos realizados e valorizados pelo mesmo.

taaally diz: Mas e você Taís, como se vê no mercado de trabalho?

Taís. diz:  Primeiramente, quero estar certa do que espero para mim, que profissão seguirei. Mas independente disso, quero adquirir o maior conhecimento possível na área, estar amplamente capacitada e preparada, e poder compartir desses conhecimentos e das minhas habilidades com as pessoas que necessitam. Quero também sentir prazer com a minha profissão, poder ajudar as pessoas e ser valorizada por isso.

Taís. diz: Talita, o que você percebe no mercado de trabalho atualmente?

taaally diz: Olha, no meu estágio eu já pude perceber bem o que eu vou encontrar pela frente sobre trabalho, mas sobre o mercado, eu não sei muito.    Já vi vários processos seletivos para trabalhar no Senai e é triste ver as pessoas que não passam, mas é tão emocionante ver no rosto da pessoa que passou a felicidade por ter conseguido o emprego. Fico com medo de pensar em quando vai ser a minha vez de estar lá sentada, sendo testada por pessoas que podem ser minhas colegas de trabalho dias depois, mas é mais uma fase da qual nós temos que passar. E pra entrar no mercado de trabalho, nós não podemos ter medo de cair, porque não é tão fácil, na minha visão.

Gustavo Corezzolla diz: Deni, como você vê as oportunidades de emprego hoje? E quais critérios você vai levar em consideração para escolher a sua profissão?

Denison diz: As oportunidades de emprego são inúmeras, o que falta, é competência dos candidatos à vaga. Sendo que, o que levarei para a escolha do meu emprego, é a questão do salário, pois o mesmo é necessário. Mas também a questão da afeição, pois é algo que poderei trabalhar pelo resto da vida.

Entrevista

Como modo de explicitar diversos pontos de visão, e também como forma a comparar o mercado de trabalho de ontem e de hoje, nosso grupo realizou uma pequena entrevista com a mãe do integrante Denison Klein da Silva. Dirlei Fátima Klein expôs sua visão sobre o mercado trabalhista atual, ela que também é professora da disciplina de História na unidade do Senai Concórdia.

Quando questionada sobre como observa os adolescentes que iniciam no mercado de trabalho, ela respondeu:

“Sinto que esse ingresso ocorre de maneira abrupta, pois a maioria dos

adolescentes não trabalham em sua “área” por ainda não terem definido

uma. A maioria tem empregos informais, ou trabalha como aprendiz.

Enquanto temos o lado positivo de dar ao adolescente um primeiro

emprego, que lhe implicará em uma responsabilidade maior e ampliará

sua noção do mercado, também temos no lado negativo um “pré-emprego”

que pode, infelizmente, acabar não contribuindo tanto para o

crescimento profissional deste jovem.”


Sobre sua visão em relação às oportunidades de emprego atualmente, ela diz:

“Temos um mercado de trabalho excludente e seletivo. Muitas empresas

pedem funcionários com experiência, mas não percebem que se não

houverem aberturas para um primeiro emprego, não haverá experiência

para ninguém.”


Assim, quando perguntamos qual seria para ela a melhor parte de um emprego, o gosto pelo mesmo ou a remuneração, obtemos a seguinte resposta:

“Apesar da remuneração ser fundamental no mundo capitalista em que

vivemos, o gosto pela tarefa desempenhada é tão ou mais importante.

Várias pesquisas relatam que funcionários felizes são mais

bem-sucedidos, pois desempenham suas tarefas de maneira prazerosa, e

vêem a remuneração como consequência do que fazem, e não como

recompensa pelo que penam.”

Alunos do Senai Concórdia de Olho no Futuro!