Importância do Primeiro Emprego

Olá Galera!   

Hora do tão esperado tema, do “gran finale”. Assim, Queríamos primeiramente agradecer a todos que acompanharam o nosso blog durante o desafio, a todas as pessoas que contribuíram, que nos concederam entrevistas e suas opiniões. Obrigado! Desejamos dizer também, que independente do resultado estamos extremamente felizes, a pesquisa sobre os temas, o empenho e a dedicação, já são para nós um prêmio. Com certeza tudo isso serviu primeiramente para nosso crescimento. Além disso, podemos adquirir mais certeza e conhecimento do nosso rumo, de que caminho iremos seguir e suas prováveis dificuldades, e isso foi muito gratificante. Conquistamos o objetivo real da competição, o que foi de tremenda satisfação para todos os integrantes da Equipe Conhecitando. Valeu a pena! Sentiremos Saudades! Mas antes, o último tema: Go!

A Primeira Grande Chance

Que roupa devo usar? O que falar? Como me portar? Fala-se tanto em mercado de trabalho, carreira e emprego não é mesmo? Mas você já parou para pensar realmente no significado de tudo isso? Estar inserido no mercado, fazendo o que você sabe melhor, cumprindo horários, obrigações, sendo responsável em suas tarefas, aprendendo a lidar com pessoas, com o dinheiro, com o novo, com o incerto, com a mudança, com o amadurecimento, a experiência, o autoconhecimento.

Poderíamos aqui, listar mil coisas que embarcam junto com primeiro emprego. Para uma primeira impressão, pode até assustar. Mas a hora chegará para todos, é natural do ser humano querer seguir seu próprio caminho, querer deixar suas migalhas e pegadas por onde passa. Criar asas, voar ao longe, não ver limites para os sonhos. E isso pode ser visto claramente com a aterrissagem do esperado, (ou nem tanto) primeiro emprego!

Respeitável Público! É assim mesmo, são anos de preparação, para então estrear, subir no picadeiro com o nervosismo a flor da pele e fazer um belo espetáculo. O crescimento e amadurecimento que se adquirem a ingressar em um emprego são estrondosos. Além de conviver com pessoas diferentes, conhecer outros pontos de vista, ter que administrar o dinheiro ganho, existem também as dificuldades, e vamos combinar que são elas as responsáveis pela maior porcentagem no nosso crescimento, seja ele pessoal, social, enfim, em todos os âmbitos.

O primeiro emprego, diante da nossa carreira, tem a mesma importância que a primeira professora, diante da nossa vida escolar. Em ambos os casos, a experiência fica marcada para sempre na memória. Por isso, o ideal é que seja algo bastante positivo, que possa proporcionar uma entrada com o pé direito no mercado de trabalho.

O primeiro emprego é muito importante porque se torna a base dos contatos da vida profissional que começa. Isso tem toda a lógica visto que se alguém começar por trabalhar numa determinada área, os seus contatos, até mesmo para uma mudança de emprego no futuro, vão se basear nessa experiência e, por consequência, mais facilmente se consegue um outro cargo dentro da mesma área. É como o networking, lembram?. Esse período, quando bem conduzido faz com que o jovem tenha chance de aprender, na prática, o que antes só via em livros. É a hora de aperfeiçoar habilidades e dons.

Já tem alguns anos, onde o maior paradigma para muitos ingressantes no mercado é a experiência. Como conquistar a tão desejada experiência se não se tem a primeira chance? Cremos que esses questionamentos devem fazer parte dos pensamentos de muitos adolescentes “barra” jovens atualmente. Porém, felizmente o cenário vem se modificando.

Muitas empresas buscam mesclar os cabelos brancos com a vontade dos jovens, certamente combinação que dá certo! Hoje, é de praxe das empresas contratarem iniciantes, mais conhecidos como “Menores Aprendizes”. Eles podem ter de 15 a 23 anos e devem estar inscritos e devidamente cursando um programa de aprendizagem, compatível com a função que exercerão dentro da empresa.

Atualmente todas as empresas devem acolher jovens, por menor que seja seu quadro de funcionários. Se a empresa obtiver até 4 empregados, é obrigação dela contratar ao menos um jovem. Se possuir de 5 a 10 empregados, o quadro de jovens contratados deve subirá para 2. Uma corporação com mais de 10 funcionários deve ter como trabalhadores iniciantes até 20% do seu quadro pessoal. Não faltam chances!

Voltamos ao mesmo ponto então, a importância do primeiro emprego. Ao ingressar nesse trabalho, além do desenvolvimento pessoal e do conhecimento das instituições, estarão mais visíveis ao jovem seus gostos e habilidades. Dessa maneira ele poderá optar no futuro, a seguir nessa carreira ou não. Grande ajuda hein?

Ser financeiramente independente? É, só o trabalho traz isso e é através de um enorme empenho. (Nossos pais que o digam!). Poder comprar o que lhe agrada, porém com responsabilidade e limite, é o sonho de qualquer adolescente. Ver na loja o CD do seu artista predileto e comprá-lo, sabendo que foi com o seu esforço e competência é o mais recompensador. Mas sem exageros galera! Saber administrar esse dinheiro só prova o quão responsáveis e maduros somos.

Na verdade, a experiência começa desde a procura do primeiro emprego. O fundamental é não desanimar em nenhum momento. A primeira tentativa serve sempre para aprender e para então, fazer melhor na segunda vez. O primeiro emprego a grande oportunidade para demonstrar as suas melhores qualidades, adquirir experiência e preparar-se para trabalhos mais exigentes. As portas da “vida adulta” se abrem.

“Para alguns surfistas, achar a grande onda pode significar o maior momento das suas vidas. Para alguns profissionais, o futuro e sucesso de suas carreiras. E, para conquistá-la, o trabalho caracteriza-se como o melhor meio” (Maria C. Ramos, do CIEE).

Chegada à Hora

Pausa nas aulas, momento de aguardar novos desafios: as férias de julho também são a oportunidade certa para a galera dar os primeiros passos no mercado de trabalho. Mas sem estresse, o importante é ter foco nos seus planos. Aulas encerradas, hora de relaxar e curtir as férias. Quer dizer, dar um tempo nos livros e ralar um pouco de um jeito diferente. Sim, nem todo mundo vai para o cinema ou ficar horas a fio colado na internet: afinal de contas, é hora de encarar o estágio. A “responsa” é grande, mas nem por isso chata ou desmotivadora.

A Equipe Conhecitando quer dar uma ajuda a você que está se preparando para a busca do seu primeiro emprego/estágio, essa etapa tão importante. Assim, desenvolvemos algumas dicas básicas, porém muito úteis. Veja!

Vista-se de forma adequada, lembre-se de que você não vai a uma festa, ou a praia.

Chegue pelo menos 10 minutos antes do horário estabelecido. Isso mostra seu comprometimento e responsabilidade.

Cumprimente e trate as pessoas de forma gentil, independe de cargo ocupado na empresa. Use a abuse das palavrinhas mágicas!

Questione a quem deve se dirigir em caso de necessidade.

Faça um pequeno esforço para memorizar o nome das pessoas com que vai trabalhar diretamente. Ser lembrada e chamada educadamente pelo nome eleva a auto–estima de qualquer um.

Escute com atenção todas as orientações e anote-as se necessário.

Não tenha pressa em mostrar o que sabe, as oportunidades caminham junto ao tempo.

Não tenha medo de apresentar sugestões que possam vir a melhorar o trabalho.

Aprenda com os seus colegas.

O Jogo do Primeiro Emprego

Começa com a identificação de oportunidades. Para isso, meios possíveis são o “networking” (explanado no post passado), buscas na internet  em anúncios de jornais, entre outros.

Definido o alvo, é hora de pensar em currículo. Segundo especialistas, é bom revelar atividades desempenhadas. Viagens , estágios internacionais e trabalhos voluntários estão em alta.

Supondo que o currículo tenha sido aprovado, chega a hora dos primeiros testes escritos e da dinâmica de grupo. Nos testes, preparo e paciência são palavras-chave. Para a preparação leia jornais e revistas e mantenha-se bem atualizado.

Na dinâmica de grupo, não finja ser mais “líder”, mais “cooperativo” ou “flexível” do que realmente é. Recrutadores das áreas de recursos humanos não são facilmente enganados.

Na etapa final, a entrevista, mantenha a calma. Sinceridade e clareza são essenciais. Esquecer a “decoreba” é o conselho.

Para largar na frente, dê respostas objetivas. Lembre-se de que você não está na sua casa e mantenha a boa postura (elegância e educação).

Outra sugestão preciosa é conhecer o chão em que está pisando. Estudar as atividades da empresa e o segmento em que ela atua podem facilitar o jogo.

Com essas dicas está fácil marcar o gol não é? Temos certeza que sim!

Os Jovens e Seu Ganha-Pão 

Mais de metade dos jovens brasileiros estão desempregados, mas ainda assim mostram otimismo. No Brasil, apenas 36% dos jovens entre 15 e 24 anos têm emprego, outros 22% já trabalharam, mas estão desempregados atualmente; na média, os jovens demoram 15 meses para conseguir o primeiro emprego ou uma nova ocupação, nas regiões metropolitanas. No total, 66% deles precisam trabalhar porque todo o seu ganho, ou parte dele, complementa a renda familiar.

Para os jovens que têm alguma ocupação ou profissão, a realidade é menos dura: embora somente 41% tenham sido absorvidos pelo mercado formal de trabalho, 82% do universo estão de alguma forma trabalhando e conseguindo remuneração mensal fixa ou variável. Segundo a pesquisa, para 79% dos 1.806 jovens entrevistados, apenas ter um emprego já é motivo de satisfação. Vejamos a distribuição dos entrevistados de acordo com o vínculo empregatício:

37% não têm carteira assinada
15% têm carteira assinada
15% trabalham por conta própria em ocupação temporária
5% estão em outras situações
3% trabalham por conta própria em ocupação regular
2% são universitários e trabalham como autônomos
2% são funcionários públicos
2% trabalham para a própria família, sem remuneração fixa
1% é de estagiários.

http://www2.uol.com.br/aprendiz/guiadeempregos/palavra/jbotelho/ge140202.htm

Grande? Pequeno? Não, Menor Aprendiz!

O programa Menor Aprendiz, criado pelo governo federal vem abrindo muitas portas para milhares de jovens brasileiros. Oferece a oportunidade de qualificação além da chance de se tornar um profissional de sucesso no mercado de trabalho.

Mais do que auxiliar jovens e adolescentes, esse programa beneficia também as empresas conveniadas que, além de terem seus impostos reduzidos, também lucram com a descoberta de novos talentos, o que decorre muitas vezes do empenho e capacidade dos alunos contratados para menor aprendiz.

Para participar e se tornar um mais novo menor aprendiz, é necessário ter entre 15 e 24 anos de idade e estar devidamente matriculado e cursando algum curso de aprendizagem relacionado à área em que se vai atuar na empresa.

O contrato de trabalho de um menor aprendiz pode ser de até 2 anos. A jornada de trabalho não pode exceder o máximo de 6 horas diárias.

Para mais informações sobre o Programa Menor Aprendiz acesse:

http://www.ampessan.com.br/geral/arquivos/CONTRATO%20DE%20TRABALHO%20DO%20MENOR%20APRENDIZ.htm

Como foi dito no bate-papo, os integrantes de nosso grupo que já estão empregados não precisaram correr atrás dessa oportunidade agora, mas a hora deles vai chegar também! Para conseguir um emprego, você pode pedir informalmente: – E ai mano, rola um trampo? Mas geralmente eles irão lhe pedir o seu currículo. O bicho pegou? Imagina, “mó easy“. O modelo de currículo mais utilizado é o VITAE que agrupa informações pessoais de um profissional junto a sua formação acadêmica e sua trajetória no mercado de trabalho, visando demonstrar suas qualificações, competências e habilidades. Dessa forma, deixamos aí para vocês um modelo de currículo básico para primeiro emprego: Obs: Não leve a sério quando dissemos: – “E ai mano, rola um trampo?” É  apenas para diversificar a linguagem que usamos no texto, porém, você deve se portar adequadamente para o mercado de trabalho. Como foi dito antes, você está à procura de um emprego e não indo a uma festa ou a praia, ok?

http://www.meucurriculum.com/

Gostamos de coisas diferentes, estamos girando com o mundo, ah! Adolescentes. Gráficos, jogos, tecnologia, charges! Charges! Assim, encontramos uma bem legal sobre primeiro emprego, e a preparação dos jovens quanto a isso e decidimos compartilhá-la com vocês, nossos fofos!

 

Falar, ah! Como gostamos de falar. Meninos falam de futebol, meninas de moda. Meninos falam de meninas e meninas de meninos. UAU! Falamos na sala de aula, no pátio, com os pais dos amigos, com os amigos sobre os pais, no trabalho, do trabalho… EPA!  Trabalho? Porque não? Estamos falando sobre primeiro emprego e nada melhor do que um bate papo entre os integrantes do nosso Conhecitando, afinal, 3 de nós estão em seus primeiros empregos. As expectativas, as influências para próximos trabalhos, as oportunidades, o amadurecimento, as sensações que se experimentam quando se arranja o primeiro emprego? Está tudo aí, confira!

Fomos até o centro de nossa grande cidade e tentamos, reforçando, tentamos fazer abordagens as pessoas para que elas nos falassem um pouco sobre o seu primeiro emprego, mas não fomos muito bem sucedidos. (O povo Concordiense é muito tímido!) Porém, há uma luz no fim do túnel. SIM, essa luz EXISTE! Dois queridos jovens prestaram sua solidariedade em prol de nosso blog e disseram algumas palavrinhas. Vejam!

Depois de sermos demitidos de nosso primeiro emprego, de entrevistadores, tentamos entrar para a carreira artística criando uma paródia e a encenando. Bom, ainda não fomos demitidos desse trabalho, e esperamos que vocês gostem do resultado! Confira!

Para estarmos garantidos, caso não sejamos bem sucedidos também em nossa vida artística, pensamos em estar com todas as técnicas preparadas para uma nova tentativa de emprego, então, nada melhor do que uma visitinha à psicóloga Viviani, ela trabalha na Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia na área se recrutamento e seleção. Deu dicas muito valiosas e agora, sinceramente, estamos realmente preparados para a entrevista de um novo emprego, caso isso seja necessário! Só depende de vocês, ok?

 

 

Links Interessantes!

http://www.seuprimeiroemprego.com/jovens-e-o-primeiro-emprego/

http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/primeiro-emprego-a-etiqueta-na-empresa-para-jovens-e-estagiarios/24902/

http://www.algosobre.com.br/carreira/como-conquistar-seu-primeiro-emprego.html

Utilizamos o que está a nossa disposição, a tecnologia, para fazermos uma entrevista com Iraci Maria Bohrer Viott, proprietária da empresa Crescer Recursos Humanos, da nossa cidade vizinha, Chapecó, através de email. Para mais informações, deixamos aqui o site da empresa: http://www.crescerh.com.br/

 

Sabemos, ele tem letra feia, mas pelo menos assim poderemos mostrar de uma forma mais verídica a opinião do nosso coleguinha de aula, Saulo Nava Pagliari sobre seu primeiro emprego na área da elétrica.

Obs: Brincadeira Saulo! E MUITO obrigada pela ajuda!

Nossos pais, desde quando somos pequenos estão nos nossos pés dizendo o que acham que devemos fazer ou o que legitimamente devemos fazer. Às vezes, ficamos até sufocados com tantos conselhos e opiniões, mas antes de rejeitarmos isso em um momento de rebeldia “adolescentística“, devíamos parar e ouvir a voz da experiência. Sejam eles, 15, 20, 30 ou quantos anos mais velhos do que nós, já passaram por muita coisa das quais nós iremos passar. Já tiveram que ser inseridos no mercado de trabalho, já trocaram de emprego, ou sei lá quantas experiências diferentes vivenciaram. Diminuímos nossa histeria pré-vestibular x mercado de trabalho e ouvimos um pouco o casal Durante, que são pais de uma Conhecitanda:

Flávio A. Durante: Meu primeiro emprego foi exatamente na área em que me formei no Ensino Médio, ou seja, técnico em agropecuária. Recentemente formado comecei a trabalhar no departamento técnico de uma Cooperativa prestando assistência a produtores rurais. A importância do meu primeiro emprego foi que a partir desse, me senti inserido no mercado de trabalho e que dependia de mim o desempenho profissional. Além de me sentir financeiramente independente. Percebi também o aumento do meu compromisso como ser humano e profissional. As dificuldades apareceram de imediato, mas com muita força de vontade foram superadas. Em minha opinião, a importância do primeiro emprego, quebra um paradigma e a inserção no mercado, é a vitrine do mesmo. Uma porta aberta.

Wasty R. B. Durante: Em busca de um emprego, é que percebi que o mercado de trabalho era exigente e muito rigoroso. Além de prestar concurso, tive um longo período de preparação e estudos para poder ingressar no meu primeiro emprego, que na época era de auxiliar de enfermagem. A técnica veio com muito trabalho, onde a cada dia que se passava eu tinha mais certeza de que era aquilo mesmo que eu buscava seguir. Atualmente o mercado está ainda mais exigente e rigoroso. Busca profissionais com experiência e formação técnica e superior, fazendo com que os candidatos estejam cada vez mais preparados para o mercado do dito primeiro emprego. Em minha opinião, a importância do primeiro emprego tem relação com o amadurecimento, e faz ter a certeza do rumo certo a ser seguido.

 Pequena Analogia

Você percebeu como o tempo passa rápido? Os tempos mudam, as coisas mudam. A importância do primeiro emprego também. Há algum tempo atrás, as famílias eram maiores, tínhamos uma população mais rural do que urbana. As tarefas em casa eram divididas e os filhos já estavam desde cedo comprometidos com elas, cumpriam horários.  Aprendiam então que trabalho é sinônimo de esforço, força de vontade, empenho. Cremos que isso os fazia amadurecer mais rápido, administravam o dinheiro ganho . Não que hoje isso não ocorra, mas atualmente os empregos mudaram e sua importância  toma novas formas. Um mercado que exige mais capacitação do que força. Os jovens são mais dinâmicos e querem provar para si mesmos que podem se independentes. Buscam as novas coisas, a experiência, o crescimento de uma forma diferente. Não de uma forma estática, mas sim de uma forma divertida, prazerosa e agradável.

Importância do primeiro emprego? Independência, responsabilidade, iniciação, maturidade, preparação, aperfeiçoamento, conhecimento!

Equipe Conhecitando.

 

 

 

Tema 06 – Cursos Saturados

Antes do tema seis, a equipe Conhecitando quer agradecer a todos que vem acompanhando o blog e deixando sua opinião sobre o mesmo, isso é muito importante! Tenham certeza de que levamos muito a sério! Bom, nessa semana, o tema repassado foi sobre a saturação de alguns cursos superiores. Assim, desenvolvemos um post com inúmeras informações e dicas sobre o assunto visando ajudá-los. “Let’s go”!

Curso Saturado, e agora?

Eles são os mais procurados pelos vestibulandos, fazem sucesso entre a galera, causam suspiros, noites em claro, queda de cabelo. Sim, são os famosos CURSOS SATURADOS. Atraídos pela simpatia, ou mesmo pela idéia dos elevados salários que trazem as tradicionais carreiras, muitos alunos passam anos em cursinhos, se preparando para a conquista de uma vaga tão idealizada. Quando chegam ao mercado de trabalho, porém, dão de cara com o fantasma da SATURAÇÃO, onde encontram tantos outros profissionais com o mesmo sonho, sendo que muitos deles acabam o deixando morrer por aí mesmo.

Assim, sabemos que quem faz a faculdade é o aluno, e que bons profissionais sempre encontram seu lugar no mercado, mas isso não é garantia de moleza galera! Há muita gente, procurando poucas vagas e isso faz com que a situação fique cada vez mais acirrada, onde as oportunidades de trabalho estão longe das grandes capitais e as remunerações muito abaixo das esperadas pelos estudantes, que se esforçaram tanto para finalizar a faculdade com êxito.

E é isso que na maioria das vezes nos frustra. Já não é tarefa fácil escolher uma profissão, não é como ir a uma loja escolher um tênis. É o nosso futuro, temos que saber a responsabilidade disso. Fica mais difícil ainda, quando além de nos preocuparmos com isso, temos que ficar ligados nas exigências do mercado e no quão complicado será conseguir um emprego.

Mais saturado do que qualquer curso, estamos nós adolescentes, ouvindo sempre a mesma ladainha: “Não faça essa faculdade, vai ser difícil encontrar trabalho!” “Não faça isso, está saturado demais!” “Essa faculdade não!” “Esse curso também não é uma boa ideia!” Dessa maneira, mesmo com a pressão, cabe somente a nós termos maturidade suficiente para fazer uma boa escolha.

O que diferencia uma pessoa da outra, é a vontade de trabalhar, a capacidade de se expressar e principalmente o convívio social, pois o saber lidar com grupos pressupõe a nossa maturidade e o nosso talento. Principalmente deve-se estar envolvido com o trabalho, e nada mais fácil para fazer isso, do que curtir realmente o que se faz.

Dessa forma, não se assuste! Se você tem um sonho, corra atrás dele, busque, tenha vontade em superar e chutar todas as pedras no caminho. Sempre haverá espaço para um grande sonho, para um bom profissional, para o talento, para VOCÊ!

Para sabermos como andam as cabeças dos vestibulandos 2010, decidimos realizar uma pequena entrevista com alguns alunos do Terceirão SENAI Concórdia, para termos suas opiniões sobre a saturação de alguns cursos. Veja!

Ariel Dalla Costa:A escolha por uma profissão nem sempre é dada. As pessoas não vêem totalmente o mercado, mas sim do que gostam para depois seguir em uma área. Acredito que um curso saturado no mercado de trabalho pode ser boa opção. Há varias pessoas que trabalham no meio, mas sempre há as que se destacam, ou seja, por mais que o mercado esteja saturado e difícil, quem o ganhará serão os melhores profissionais. O problema é quando não se consegue destaque, e justamente acaba-se não conseguindo emprego na área, o que ás vezes leva o estudante a mudar de curso e posteriormente de área. Pretendo seguir na área de TI, na área de desenvolvimento de software, mais especificadamente no curso de ciências da computação, acredito que é uma área muito interessante, e não há saturação de profissionais, apesar de ser uma área onde existem muitas pessoas que atuem sem capacitação, faltarão muitas pessoas com conhecimentos técnicos na área. O Nosso país vem crescendo nesse segmento, e agora é a hora da “explosão do assunto“.

Gustavo Grando: “Bom, eu penso que se a pessoa gosta de um curso, mas sabe que ele está saturado não deve desistir só porque não irá arranjar emprego facilmente, porém deve estar ciente de que terá que se esforçar para se tornar o melhor naquilo que faz, porque haverá pessoas na sua frente que continuam se atualizando e estudando cada dia mais. Eu irei prestar vestibular para Ciências Econômicas, pois eu me identifico muito com o curso, em função de gostar de números”.

Queríamos saber também a opinião de quem já passou por isso, dessa forma fizemos o mesmo questionamento a Bernardo, que cursa Design Industrial na Univali e para Jordana, aluna do curso de Administração da UNC – Concórdia. Confira o que eles responderam!

Bernardo: “Hoje em dia a galera faz faculdade para não ficar parada, é como se fosse um pós-terceirão, muitos fazem um determinado curso sem mesmo saber aonde o que vai aprender será aplicado. Seguem muito a opinião dos amigos, isso não é interessante. Eu mesmo pensei muito nisso antes de fazer o meu curso, Design Industrial, percebi que é uma área que está ganhando destaque e que não possui muitos estudantes. É importante pensar antes de se fazer algum curso para que mais tarde ele não fique apenas no currículo. Vejo que muitos, não estão realmente preparados para ingressar na faculdade, tanto é, que quando a terminam não sabem o que lhes foi passado, ou seja, não serão legítimos profissionais para a área que cursaram”.

Jordana: “Apesar da saturação de muitos cursos, creio que as pessoas não devem apenas pensar sobre a facilidade ou dificuldade de conseguir emprego, pois isso depende da capacidade de cada um, se a pessoa tem potencial na área escolhida ela conseguirá trabalho e um futuro garantido”. 

Em Concórdia, existem inúmeras faculdades e cursos, porém é notável a grande adesão dos estudantes para áreas como Direito e Administração. Isso ocorre muitas vezes, pela tradição da cidade, onde existem muitos escritórios de advocacia e grande foco no comércio. Dessa forma, resolvemos saber a opinião de quem entende do assunto. Por isso, batemos um papo com Adriano Vilbert, ele é gerente administrativo da Copérdia (Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia) e também professor da disciplina de Economia na FACC (Faculdade Concórdia).

 

Mais populares e menos promissores?

 Essa é uma grande conclusão em relação às estatísticas globais. Infelizmente hoje, os cursos com mais alunos inscritos são também aqueles que apresentam as maiores taxas de desemprego. De acordo com pesquisas, o curso de Gestão Empresarial está no topo da lista dos mais procurados e também daqueles que apresenta o maior número de desempregados. Seguem na lista cursos como Direito, Enfermagem Contabilidade e até mesmo Ciências Sociais. Se pretender seguir para o lado das engenharias, saiba que atualmente a aposta já não é das mais seguras. Porém é no ramo da Química que as taxas são totalmente significativas. Dessa maneira, diploma não é garantia de emprego certo, além do papel o estudante precisa se destacar, colocar uma pitada do seu jeito no que for fazer e acima de tudo ser criativo, dinâmico e inventar novas formas e meios para realizar seu trabalho. Inove!

Confira a preferência dos estudantes nos cursos superiores por áreas de conhecimento!

Rede de Contatos? O que é isso?

Já estamos cansados de saber da imensa dificuldade que é encontrar um emprego atualmente. Além da qualificação profissional, da dedicação e do talento, existem outros meios que podem nos fornecer uma “ajudinha” nessa hora. Certamente a maioria dos adolescentes conhece e possui as redes sociais. Orkut, MSN, Facebook e Twitter fazem parte da nossa rotina não é mesmo? Os utilizamos para conversar, expor idéias, fazer amizades. As redes de contatos funcionam praticamente da mesma forma. Você entra no site, cria sua conta e adiciona seus contatos, só que dessa vez eles são profissionais. Muitas oportunidades de trabalho podem surgir através de outras pessoas que você conhece. Essas relações estabelecem a chamada “Rede de Contatos” que você  utiliza para facilitar sua colocação no mercado.

De acordo com pesquisas, cerca de 70% das oportunidades de emprego são preenchidas graças às indicações de conhecidos que fazem parte dessa mesma rede. Quando você possui uma rede dessas, pode ficar sabendo de vagas não divulgadas pela imprensa ou até mesmo se aproximar das pessoas que decidem as contratações. Apesar dos empecilhos da empregabilidade hoje, a “networktem se mostrado muito eficiente, possibilitando novas amizades, novas parcerias e acima de tudo a apresentação para o mundo de suas habilidades. É uma espécie de casa virtual e você também pode construir a sua!

Navegando na internet, a equipe Conhecitando encontrou uma charge sobre um dos cursos mais saturados atualmente, DIREITO. Ela mostra como muitas vezes a não preparação dos estudantes ao entrar na faculdade tem muitos reflexos na formação. Assim, não tenha pressa para ingressar em um curso superior, não se apavore se você ainda não sabe o que fazer, espere o tempo necessário para saber realmente a sua vocação ou seus gostos e dessa forma se torne na melhor hora, o melhor profissional!

Dicas para não errar no momento de escolher o curso superior!

Nesse link, Gutemberg de Macedo, colunista do site emprego certo, aponta aspectos importantes que devem ser levados em conta antes da escolha profissional. Vale a pena conferir!

http://empregocerto.uol.com.br/info/dicas/2010/04/05/ult7031u453.html#rmcl

Já não diz o ditado “Quem canta seus males espanta”? Então, aproveitem a nossa paródia da música Levo Comigo – Restart. Produção dos meninos da equipe Conhecitando!

“Eu quis escolher uma profissão

Que pudesse me fazer sentir

E pra mostrar que o meu coração

Está feliz”.

“Com uma bela melodia pra dizer

O que não consigo explicar”.

“Com uma bela melodia pra vocês

Com o objetivo de mostrar”.

“E dizer que é o emprego

Que pode me mudar

Que pode me ajudar”.

“E eu vou me dedicar, não importa saturar!

Não importa saturar, é isso que eu quero!”

Link da música original: http://www.youtube.com/watch?v=1pGh-wLu1pA 

Para exemplificar melhor todos os tópicos do blog, a equipe Conhecitando desenvolveu uma pequena história.

História de todos!

Desde a segunda série do ensino fundamental eles brincavam juntos. Maria, Ana, Egon, Ricardo e Gustavo eram vizinhos e estudavam na mesma sala. Maria e Ana, as únicas meninas do grupinho sempre se destacaram. Eram bonitas, inteligentes, e cada uma com o seu jeitinho, ia conquistando pessoas e trilhando caminhos diferentes. Os meninos também tinham gostos bem alterados, mas ainda só tinham cabeça para o futebol, conforme cresciam olhavam para as meninas, vendo nelas um exemplo e até que enfim começaram a se preocupar com uma profissão, mas isso a gente já vai contar.

Ana, nas brincadeiras do grupo, sempre queria ser a dentista, ela cuidava dos pacientes, atendia, fazia de conta que cuidava da boca dos amigos, e estava sempre, longe das brincadeiras, cuidando com a higiene do seu grupo:

Ricardo, você passou o fio dental ontem à noite? Hmmmm! Sei!

Maria era um pouco indecisa ao brincar. Na verdade, fazia de tudo, mas nunca queria ser uma dentista, uma médica, ou coisa assim.

Os meninos eram certeiros, só queriam jogar futebol! Mas quando as meninas os faziam brincar com elas, Ricardo sempre defendia seus interesses, tinha porque tinha que ser o que ele queria, sempre ganhava! Gustavo sempre administrava as situações. Quando tinham brigas, onde Ricardo sempre defendia veemente seu lado, era Gustavo quem amenizava a situação e achava uma solução para contentar a todos. Enquanto tudo isso acontecia, Maria não estava nem aí, deixava o problema ser resolvido e ficava brincando com seu cachorrinho. Egon, ah, o Egon, ele era parecido com Maria, tanto fazia para ele, só queria brincar.

Quando chegaram ao primeiro ano do ensino médio, Gustavo e Ana passaram a fazer alguns cursinhos, o que fez com que conhecessem mais pessoas e fizessem novas amizades. No segundo ano do ensino médio, começou a ficar ainda mais claro o gosto de cada um. No terceiro ano então, estavam prontos para o vestibular. Mas espera aí, Egon e Maria não tinham tanta certeza não! Eram sempre eles os indecisos na brincadeira e agora, também não tinham certeza do que queriam como profissão.

Na boca do vestibular, Maria percebeu que ficar sempre com o seu cachorro lhe mostrou uma porta aberta. Zootecnia. Foi isso que ela decidiu. Animais! Foi então que Maria notou que gostava mais de animais do que imaginava, mas não queria Veterinária, queria Zootecnia, e foi o que ela fez. Ana, Ricardo e Gustavo estavam certos. Desde pequenos já haviam mostrado tendência ao que iriam fazer, mesmo que seus pais ficassem nos pés lhes dizendo: “Filha, faça isso”, “Amorzinho, não prefere fazer aquilo?” “Mas filho, isso é muito melhor, siga o papai”.

Ana, logicamente, quis fazer Odonto. Ricardo, Direito e Gustavo, Administração, mesmo com a ladainha dos pais. Blá Blá Blá. Nada mudaria a opinião deles. Será? Ei, mas e o Egon? Ah, sempre o Egon. Esse ainda não tinha se decidido. Já tinha pensado em fazer milhares de coisas, seguir a ideia dos pais, fazer medicina, economia, virar professor, arquiteto, engenheiro, mas nada rolava.

Navegando na internet, de bobeira, Egon viu um link que dizia: “Curso superior? Saturado? É isso mesmo que você quer? Existem alternativas.” Foi aí que ele encontrou o seu caminho. Seria Designer Industrial. Sua mãe disse: “O que é isso? De onde você tirou essa profissão menino?”. Mas ele encontrou um curso que não era saturado, novo no mercado e que acima de tudo era a sua cara. Todos do grupo estavam finalmente encaminhados em uma faculdade, dessa vez não na mesma sala, claro, e infelizmente, não na mesma faculdade, mas eles ainda eram vizinhos!

Ana, Ricardo e Gustavo ainda sentiam muita pressão pelo lado de seus pais que viviam dizendo que a profissão da qual eles queriam seguir estava repleta de profissionais no mercado sem emprego, além da dificuldade que já haviam passado em um vestibular com tantos concorrentes. Ana pensou muito em desistir, mas seus amigos não deixaram, disseram que mesmo sendo uma profissão que traria dificuldades na busca do emprego, não seria algo impossível, bastava a ela se dedicar.

Dedicação! Foi o que todos tiveram durante todo o período como universitários. Quando deram de cara com o mercado de trabalho, nem todos estavam prontos. Gustavo, o administrador, já fazia estágio desde o seu terceiro ano de curso. Ele possuía uma grande network. Assim já estava empregado e muito bem! Estava sempre conversando com profissionais da área dos quais tinha virado amigo através de um site e conhecendo cada vez mais e mais integrantes desse meio.

Ana não usava essa técnica, mas conseguiu um bom emprego com muito esforço. Depois do curso de Odontologia, conquistou a muito custo um estágio e foi fazendo cursos na sua área, o que a deixou mais bem posicionada no mercado. Ela precisava disso. Como sua mãe estava sempre dizendo durante o início de sua faculdade: “Esta é uma área repleta de profissionais, o mercado está cheio, SATURADO de dentistas”. Ana confirmou o que sua mãe sempre tinha lhe dito, mas provou a ela que com vontade e determinação, quem quer, consegue.

Egon e Maria que tinham escolhido cursos menos procurados pelos candidatos e com o mercado em expansão conseguiram bons empregos e continuaram a se especializar. Estavam crescendo na vida. Egon estava casado e teve que se mudar de cidade. Sete anos após ter terminado seu curso conseguiu um emprego muito melhor e com melhor remuneração também. Estava crescendo, e ele merecia isso.

Maria também estava muito bem. Assim como Gustavo, ela também tinha uma network enorme, além de que seu curso oferecia muitas vagas por não ser uma profissão muito procurada. Maria também se mudou. Seu trabalho novo, depois de alguns anos, lhe ofereceu a oportunidade de aperfeiçoamento no exterior. Ela não deixou passar batido. Ricardo, formado, trabalhando, se esforçando… Espera aí, trabalhando? O Ricardo? Não, não! Ele se esforçou sim. Durante seus anos de faculdade, Ricardo foi muito dedicado, mas desleixou quando percebeu que o mercado de trabalho na sua área estava abarrotado de gente.

Conversando com Gustavo, que tinha feito Administração, e com Ana, dentista, também contaram que viram muitos profissionais de suas áreas a tempo procurando um emprego, assim como a de Ricardo, mas que não era para ele desistir. Ricardo deveria ter ouvido seus amigos. Não investiu em mais algum tipo de especialização e não teve muita dedicação. Gustavo até indicou o site onde havia formado sua network, mas nem pensar. Ricardo ficou desempregado. Procurou por algum emprego que não fosse da sua área em sua cidade, até que, fazendo o que não gostava percebeu que devia tentar novamente. Estava difícil conseguir um emprego como advogado iniciante. Pensou então nas dicas de seus amigos até então conseguir. Não era o que exatamente queria, mas ele podia crescer, assim como seus amigos fizeram.

Tudo depende de dedicação. Seguir um sonho, fazer o que se gosta, conseguir o emprego desejado. As coisas não caem do céu. Você possui inúmeras formas de auxílio, e DEVE usá-las, as networks, por exemplo. O curso que você deseja pode ser o mais saturado do mercado, o com mais candidatos na hora do vestibular, mas nada pode impedir o seu desejo se você estiver dedicado a isso.

Equipe Conhecitando. 

Tema 05 – Indústria.

Eeeeeeeei pooovo! Como estão? Chegamos ao quinto tema empenhados, e desta vez o assunto é Indústria. Tudo o que vocês podem imaginar que nos relaciona com ela poderia ser usado nesse post, desde como nos vemos, ou se nos vemos na indústria. Enfim, confessamos, ficamos um pouco em dúvida do que fazer quando soubemos desse tema. É fácil, porém abre muitas portas. Vejam só, até na hora de escrevermos sobre o que é industria ela nos mostra um leque de opções. E agora, o que fazer???

Bom, para começar vamos citar um exemplo de indústria, vizinha nossa aqui! Em nossa cidade, Concórdia, foi fundada a indústria Sadia, em 1944 por Attilio Fontana e hoje é maior empregadora da região. De uma influência e importância enorme para a nossa economia, ela gerou empregos, nomes de bairros e até mesmo um memorial em homenagem ao seu criador, que além de apresentar toda a história da empresa, é também um centro cultural para a cidade.

Assim sendo galera, a equipe Conhecitando preparou um esquema “easy” para entendermos melhor o que é uma indústria, aquela que transforma a matéria prima em outros produtos. Para isso, utilizamos como exemplo um velho conhecido dos estudantes, o lápis! É, o lápis. Aquele que está ao nosso lado na hora das provas, dos trabalhos e em praticamente todos os dias letivos. Companheiraço não?!

Indústria: Criando produtos e serviços

Nos primórdios da indústria, o número de pessoas que a coordenavam e a faziam andar sobre os trilhos era bastante reduzido, seu foco principal era contratação de mão de obra e ponto. Atualmente, as indústrias abrangem um número acentuado de funcionários, nas mais diferentes áreas, como: advogados, jornalistas, administradores, contabilistas, entre outras profissões que cabem como uma luva para o ramo industrial dos tempos modernos. Porém, tudo isso gira em torno de um único objetivo. Obter o melhor produto e adquirir satisfatórios resultados na venda e assim, agradar a nós, consumistas, é o foco industrial.

Como já dissemos, a indústria necessitava primeiramente da mão de obra, certo? Mas hoje, as indústrias encontraram um modo mais fácil de fazer com que seu objetivo seja alcançado. Vejam a nossa indústria fantasia de lápis de escrever, cuidamos tanto da saúde quanto dos direitos dos nossos funcionários, isso beneficia todos os lados, afinal, o operador da nossa máquina de fazer lápis não conseguiria exercer seu trabalho com dor de dente, ou então, com o braço machucado, por exemplo. Isso criou a oportunidade de médicos e dentistas trabalharem em conjunto com as indústrias, mas vamos falar melhor disso com o andar da carruagem.

Com essa ampliação de vagas e campos de trabalho é maior a possibilidade de trabalharmos e fazermos parte da indústria. Dessa forma, cremos que direta ou indiretamente, todas as formas de indústrias têm forte ligação com a maior parte das profissões, afinal, alem de médicos e dentistas, uma indústria precisa também de pessoas que exerçam profissões como as que citamos antes para administrar, cuidar do dinheiro e por aí é que anda a coisa.

Coloquemos em pratos limpos que existe a disponibilidade de emprego na indústria, porém a principal dificuldade está na qualificação da mão de obra. Existem inúmeras pessoas que gostariam de trabalhar nela, mas não apresentam nenhuma qualificação profissional, ou experiência para desenvolver algumas tarefas essenciais no trabalho desejado.

Como a falta de mão de obra qualificada muitas vezes é altíssima, algumas indústrias proporcionam a oportunidade de qualificação para os funcionários em seu próprio ambiente, criando seus cursos ou criando parcerias com escolas profissionalizantes. Estudo é tudo hoje em dia, não é? Um exemplo dessas escolas profissionalizantes é o colégio onde estudamos, o SENAI. Criado com o intuito de promover cursos para qualificação profissional, o SENAI, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, é um grande aliado das empresas tanto nas horas de parceria entre indústria e escola quanto na qualificação dos trabalhadores.

Conversando com Leonardo Sante, professor e coordenador dos cursos de Eletrotécnica/Eletrônica do SENAI, ele nos fala sobre o índice de empregabilidade dos cursos fornecidos pelo mesmo, cursos então, voltados para a indústria e nos mostra o seguinte link: http://www.sc.senai.br/siteinstitucional/comunicacao/noticias/exibir/id/233

Deste retiramos o seguinte trecho:

São cursos com alto índice de empregabilidade: conforme pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, as pessoas que passam pela educação profissional – seja em curso técnico, superior de tecnologia ou qualificação – têm 48,2% mais chances de obter uma ocupação – afirma o diretor regional do SENAI de Santa Catarina, Sérgio Arruda.

Artigo do dia 28 de Junho de 2010, “Profissionais com formação técnica têm 48% mais chances de emprego”.

Tentamos procurar por esse vídeo: “Jornal Nacional Falta mão-de-obra qualificada para a indústria” – mas ele não está mais acessível, então, vamos ao menos colocar a legenda dele, só para maiores informações.

Jornal Nacional

Falta mão-de-obra qualificada para a indústria. Crescimento de setores da indústria é grande, mas o aumento do número de empregos não corresponde ao ritmo de formação de profissionais. Programa do governo tem cursos para qualificar mão-de-obra. – 28/08/2008

Um segmento essencial é a área de manutenção industrial, que dá sustentação a todo o processo de produção e que também abre portas para profissionais com formação técnica ou superior, nas áreas de mecânica, elétrica e até mesmo informática, no cuidado na automação dos processos.

Após a produção, os produtos necessitam ser comercializados e aí entra a criatividade e originalidade dos funcionários do setor de marketing da empresa que precisam apresentar os produtos de forma inovadora, atraente, porém com segurança e custo-benefício favorável ao consumidor. (E cá entre nós, adolescentes são muito criativos!).

Para que os funcionários tenham um bom rendimento, precisam estar com a saúde em dia, e equipados visando evitar qualquer tipo de acidente, certo? Além do mais, precisam estar psicologicamente equilibrados.

Podemos presenciar inúmeros casos de pessoas que trabalham na parte de produção de algumas indústrias e que acabam por não render totalmente, devido a lesões, geralmente por esforços repetitivos. Pois é, aí entram em cena os profissionais da saúde, da segurança e de áreas psíquicas, que dão suporte para o bom desempenho dos colaboradores.

Dessa forma, trabalhar na indústria, significa individualmente exercer sua função de maneira eficiente para que o conjunto da obra funcione como a engrenagem de uma máquina, onde cada molinha possui sua grandeza.

Para complementar o assunto, convidamos Dirlei Klein que trabalha no SENAI, para nos dar um depoimento.  Apesar de ser professora da disciplina de história, Ensino Médio, da unidade do SENAI Concórdia, ela tem muito a nos contar sobre sua visão para com a indústria moderna e sobre o mercado de trabalho nesse setor.

Certamente, todos já perceberam o quanto a indústria auxilia no meio em que está inserida. Gera renda para muitos trabalhadores, faz com que a economia tenha bons resultados, entre outros fatores. Perceberam também, quão rápida é a evolução das indústrias. A substituição das ferramentas pelas máquinas, da energia humana pela energia motriz e do modo de produção doméstico pelo sistema fabril constituiu a Revolução Industrial, um processo de transformação acompanhado por grande evolução tecnológica. Processo esse, que continuará por longos anos, onde cada fábrica buscará a melhor qualidade de maquinário e mão de obra, para que essa seja transferida conseqüentemente a seus produtos.

Precisando de Ajuda?

Como sempre, seguem “links” interessantes com notícias em relação ao aumento do número de vagas de emprego nas indústrias brasileiras e o perfil dos principais contratados por elas. Fiquem ligados!

http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/07/emprego-na-industria-em-maio-e-o-maior-desde-2004-mostra-ibge.html -> Aqui você vai encontrar dados sobre o enorme crescimento das vagas no ramo industrial, inclusive na nossa região. Confiram!

http://www.openinnovatio.org/2009/08/08/vagas-estao-sobrando-mercado-trabalho/ -> Neste “link”, vamos encontrar um conteúdo que fala não especificamente de indústrias, mas que pode nos dar mais informações do porque tantas vagas de trabalho sobram e tanta mão de obra falta. Quem quiser entrar e ver, o texto relata que o comportamento dos candidatos foi um critério muito analisado pela empresa que estava contratando. Vejam só, além de qualificadas, as pessoas devem ter a cabeça no lugar, nada lógico, não?

Esperamos que gostem! Beijos e até o próximo post!

Equipe Conhecitando®

Quarto tema – Diversidade: cursos e instituições

Um ano de preparação, muito estudo, muito empenho, muitas noites em claro, muitas dúvidas, muita matemática, física, química, história e afins. Final do ano, os vestibulares chegando, e além da preocupação e da decisão para a escolha de um curso, é necessária também a escolha de uma universidade, ou de várias delas com intuito de teste. Certamente são inúmeros os quesitos levados em conta na hora da seleção de uma instituição, na qual talvez, você passará 4, 5 ou 6 anos de sua vida preparando-se profissionalmente.

O custo do curso escolhido é muitas vezes o fator crucial para a escolha de uma universidade pública, federal ou estadual. Há também a questão da acessibilidade a essa faculdade. Distância, linhas de transporte, horários dos cursos, e também o “ficar longe de casa”, a distância dos pais, dos amigos, do apoio dos mesmos em momentos difíceis ou mesmo aliar as tarefas domésticas aos estudos, ainda mais para nós adolescentes. Nada fácil hein? Cremos também, que um tópico que tem grande peso nessa decisão seria o renome da universidade, a qualidade de ensino da mesma, sua tradição e história em um estado ou até no país.

Juntamente com inúmeras instituições superiores de ensino e a vasta gama de escolha das mesmas, se encontram os mais variados cursos, nos mais diversos setores, e em áreas que se difundem cada vez mais, justamente em função da criação deles, e da grande simpatia e adesão que recebem dos estudantes. Só no Brasil, hoje existem mais de 200 opções de carreiras, divididas entre tecnólogos, licenciatura e bacharelado, que estão sendo criadas pela necessidade do mercado de trabalho, porém sem deixar em segundo plano as profissões tradicionalistas.

Em 2005, foi aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um projeto que visa estimular a criação de cursos superiores profissionalizantes, buscando também ampliar o número de instituições de ensino no país. O projeto procurará criar esses cursos em sintonia com as características produtivas de cada região. Sem contar o crescimento das faculdades virtuais em ritmo acelerado, buscando estimular o estudante e proporcionar educação nos pontos mais isolados do país. Dessa forma, oportunidades não faltam a quem deseja se especializar.

É só buscar galera!

-> Pensando em universidades e diversidade de cursos e buscando também auxiliar quem está se preparando para o vestibular, a equipe Conhecitando realizou uma pequena entrevista com Daniele Zuqui, atualmente moradora de Balneário Camboriú, e estudante do curso de Arquitetura e Urbanismo na Univali.

Conhecitando® Porque você escolheu essa universidade?

Dani É uma universidade bem conceituada, considerada uma das melhores particulares do estado e pela cidade em que se localiza, que também foi um dos motivos pela escolha.

Conhecitando® Qual foi a maior dificuldade no vestibular?

Dani Tive dificuldades na escolha da universidade e do curso. Porém, acho que a maior delas foi à mudança dos vestibulares, sendo diferente de todas as provas anteriores. Tive mais dificuldade na interpretação das questões e na redação, que é um dos itens mais considerados na hora de avaliar a prova do vestibular.

Conhecitando® Em que outras universidades você gostaria de estudar?

Dani Eu gostaria de estudar na UFRGS ou na UFSC.

Conhecitando® Porque você escolheu tentar uma universidade particular e não federal?

Dani Na verdade a minha intenção era fazer federal, foi o que eu sempre tive em mente, mas em primeiro lugar, eu já havia feito a inscrição para o vestibular da federal e tinha escolhido o curso de engenharia civil e mais tarde decidi mudar de curso, e as únicas inscrições que ainda estavam abertas eram as da ACAFE. No início eu pensei em fazer cursinho por um ano e tentar federal, mas mudei de idéia pelo vestibular ser muito mais concorrido e também por ter que esperar mais um ano para começar um curso em alguma universidade.

As Melhores Universidades do Brasil

De acordo com o site http://www.folhacat.com.br que divulga notícias sobre a educação mundial, segue abaixo o ranking das 15 melhores universidades do Brasil e sua colocação na América Latina (AL) e na lista das melhores do mundo (W):

  • Universidade de São Paulo – AL: 1 W: 53
  • Universidade Estadual de Campinas – AL: 3 W: 143
  • Universidade Federal de Santa Catarina – AL: 5 W: 222
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul – AL: 6 W: 243
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro – AL: 7 W: 247
  • Universidade Federal de Minas Gerais – AL: 9 W: 329
  • Universidade Estadual Paulista – AL: 10 W: 340
  • Universidade de Brasília – AL: 11 W: 377
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – AL: 13 W: 456
  • Universidade Federal do Paraná – AL: 14 W: 457
  • Universidade Federal da Bahia – AL: 16 W: 555
  • Universidade Federal do Rio Grande do Norte – AL: 17 W: 570
  • Universidade Federal de Pernambuco – AL: 19 W: 590
  • Universidade Federal Fluminense – AL: 22 W: 598
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – AL: 29 W: 692

O ranking completo pode ser acessado no site:   http://www.webometrics.info/top100_continent.asp?cont=latin_america

As Melhores Universidades de Santa Catarina

Em Santa Catarina, temos um sistema educacional exemplar, desde as escolas básicas municipais até universidades privadas. Dessa forma é notável o destaque do estado no Brasil e pelo mundo. Aqui temos algumas das melhores universidades do país e da América Latina. É por esse e outros motivos que os estudantes que desejam ingressar em uma universidade catarinense se preparam tanto.  De acordo com o site http://www.mundodastribos.com as melhores instituições públicas de Ensino Superior em Santa Catarina são: UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), UFFS (Universidade Federal da Fronteira Sul) e UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina). Porém temos destaque também para as faculdades particulares, onde aparecem UNISUL, UNC e UNIVALI que também representam uma ótima oportunidade de profissionalização.

Os 10+ Concorridos

Confira abaixo a lista dos 10 cursos mais concorridos e a concorrência (relação candidato x vaga) média:


Conhecitando®

Tema 03 – Importância do Curso Superior

      Mês de dezembro, terceiro ano do ensino médio, férias, formatura! Ops! Seria melhor dizer, férias, formatura, VESTIBULAR! O temido vestibular chega. Uma prova decisiva para muitos, uma grande preocupação, talvez a maior delas nessa etapa da vida. Quando crianças, todos temos sonhos. Essa fase é construída pela nossa imaginação e é a partir daí que surgem as primeiras afinidades com algumas profissões. Uma médica, um jogador de futebol, ou até mesmo uma dona de casa dedicada, são algumas das premissas que surgem nessas cabeças tão férteis. O tempo passa, os objetivos mudam, o ensino fundamental se encerra, o ensino médio parece criar asas e passa tão rápido que se torna até difícil acompanhá-lo, então, chega finalmente à hora de uma das mais importantes decisões, a escolha da profissão, porém, não mais como uma brincadeira de criança. Pode-se dizer que esse é o maior pesadelo para muitos adolescentes, que na maioria das vezes ainda não descobriu seus gostos, afinidades e vive com a INDECISÃO. Dessa forma, não importa em que momento da vida você escolha cursar uma faculdade, o importante é ter consciência do quão competitivo está o mercado de trabalho e de como será importante fazê-lo para seu crescimento pessoal e principalmente profissional. Fazer uma faculdade, uma universidade é cada vez mais necessária para quem busca ascensão profissional, seu lugar ao sol. É uma importância que muitas vezes chega a ser crucial. O mundo está cada vez mais moderno, tecnológico e avançado, e quem não se prepara acaba sendo excluído e as grandes oportunidades ficando distantes. Na verdade, nós temos que nos adaptar ao ritmo de desenvolvimento da sociedade, temos que ir a busca, saber aproveitar as oportunidades e nos desenvolvermos juntamente com ela, só assim seremos vencedores.

Abaixo seguem algumas dicas, de como escolher o curso certo. Elas foram retiradas do site http://veja.abril.com.br/especiais/jovens_2003/p_064.html para quem quiser dar  uma olhadinha e esclarecer algumas dúvidas!

COMEÇOU UM CURSO SUPERIOR E NÃO GOSTOU? O QUE FAZER?

      Não tenha medo. A desistência ou troca-troca de cursos é mais comum do que se pode imaginar. Isso geralmente acontece porque o jovem é pressionado muito cedo a escolher o que quer ser para o resto de sua vida, e não existe problema algum se o curso escolhido no primeiro momento não agradar e a melhor opção for trocar, afinal, deve-se ter certeza na escolha, mesmo que seja acertada na primeira ou segunda troca.

1-        Começou um curso superior e não é bem aquilo que você pensava ser? Aproveite, você deve trocar de curso o mais rápido possível, mas lembre-se, nunca é tarde demais, o importante é sempre escolher o melhor para si, mesmo após algum tempo de curso.

2-        Não tenha medo de ter perdido dinheiro, toda experiência é útil para o mercado de trabalho hoje em dia.

3-        Tenha noção do quanto de dinheiro vai gastar. Trocar de universidade talvez, de cidade, às vezes isso é preciso, então, é bom ter em mente quanto vai ser necessário gastar.

4-        Planeje bem o próximo passo. Não cometa decisões precipitadas. Analise todas as possibilidades. O curso que está fazendo agora pode ser um aprimoramento para o que realmente quer fazer? Isso pode ajudar no seu futuro. 

INCERTEZA SOBRE A TROCA?

      Cursou um ano de faculdade? O curso ainda não apresentou características das quais você gostaria? Pode ser que o ponto da faculdade no qual você está, ainda não tenha lhe mostrado o que você realmente deseja da faculdade, mas isso pode surgir com o tempo. Você pode conhecer mais.

1-        Procure emprego não só na sua área. Alguns empregos podem lhe esclarecer as idéias.

2-        Tente fazer cursinhos que girem em torno do que você faz e do que você talvez deseja fazer. É um bom começo.

3-        Faça concursos relacionados com o seu curso. Veja como se sai e se o meio lhe agrada.

 Equipe Conhecitando®

Tema 02 – Curso técnico: emprego garantido.

O SENAI é conhecido por todo o país, por ser uma instituição voltada à indústria e que prepara seus alunos para o mercado de trabalho. Nós mesmos, integrantes do grupo, escolhemos o SENAI para essa preparação. Dessa forma, podemos perceber o quão importante ele se torna na vida das pessoas que por ele passam, e que após essa passagem, se destacam e deixam suas marcas. Atualmente, o mercado de trabalho está concorrido e esse é um fato que aumentará estatisticamente. Assim, cabe a cada um traçar objetivos e demonstrar toda a força de vontade e empenho necessários para vencer e ser melhor, nesse mundo tão competitivo. Dessa maneira observa-se um grande crescimento de escolas profissionalizantes e na procura por cursos técnicos em todo o país, que muitas vezes é preferível a um curso superior. As vagas de trabalho para quem o faz também se ascendem. Outro fator importante para a maior aquisição aos cursos técnicos é seu curto período de estudos, onde é possível se formar em apenas dois anos, sem contar com a facilidade de conquistar um estágio, e ser bem remunerado por isso. Dados mostram que o perfil dos estudantes que procuram um curso técnico atualmente, está mudando. A população com maior idade resolveu voltar a frequentar os bancos escolares. Muitos o fazem com o objetivo de desenvolver uma reciclagem profissional e ainda obter novas chances no mercado de trabalho.      

Alunos dos cursos técnicos SENAI, demonstrando todo o seu talento, na Olimpíada do Conhecimento 2008.

     

Desse modo, realizamos uma entrevista com o irmão de Talita Frozza, membro da equipe. Moisés Frozza – 21 – cursa o Tecnólogo em Manutenção Industrial, na UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Pato Branco).      

Equipe Conhecitando: O ensino técnico é hoje a melhor porta de entrada para o jovem que quer ingressar no mercado de trabalho?      

»Moisés: “Sim, o curso técnico dá suporte e orientação para os jovens que estão conhecendo o que é o mercado de trabalho. Em muitos casos de alunos que ingressam em cursos técnicos, no início do ano acadêmico, além de estarem desempregados, não apresentam grandes ambições pessoais e profissionais. O curso promove a capacitação profissional aliado ao crescimento pessoal de cada aluno que sabe o que quer.”       

Equipe Conhecitando: Porque você escolheu o curso técnico?      

»Moisés: “Por orientação da família e por existir afinidade com o curso ministrado pela entidade.”       

Equipe Conhecitando: O curso técnico lhe trouxe muitas oportunidades?      

»Moisés: “O curso me concedeu algumas oportunidades muito interessantes, que por questões pessoais (idade), não puderam ser aproveitadas.”       

Equipe Conhecitando: Como foi seu ingresso no mercado de trabalho através do curso técnico? No que o curso lhe ajudou?      

»Moisés: “Mesmo com algumas oportunidades de emprego encaminhadas, a minha contratação em meu atual emprego foi concretizada com a ajuda de um padrinho, neste primeiro momento o curso não acrescentou créditos para minha contratação. Porém com o passar do tempo e das atividades realizadas, pude empregar todos os meus conhecimentos adquiridos em dois anos como acadêmico, e demonstrei como foi importante o período de aprendizagem em que passei. Contudo, o curso técnico não auxilia apenas o aluno em aprender uma profissão, a formar um profissional, ele forma uma pessoa para a vida.”      

Abaixo, segue vídeo da série “Emprego de A a Z” exibida pelo fantástico e apresentada por Max Gehringer, com o título: “Curso técnico encurta caminho para emprego.” 

 
 

Equipe Conhecitando®   

Tema 01 – Como você enxerga o mercado de trabalho e as oportunidades de emprego?

Início da Sessão: sábado, 19 de junho de 2010

◦    Taís. está na conversa.

Gustavo  Corezzolla está na conversa.

taaally está na conversa.

Denison está na conversa.


taaally diz: Gente eu estava aqui pensando, é ano de vestibular, logo estaremos no mercado de trabalho, seremos profissionais.

Gustavo  Corezzolla diz: É verdade! ;~

Taís. diz:  Gustavo, como você está se preparando pra ingressar no mercado de trabalho? Como está sendo a escolha da sua profissão, afinidade, salário?

Gustavo  Corezzolla diz: Estamos concluindo o Ensino Médio. No estágio, que faço na área de elétrica no Senai, procuro aprender o máximo e adquirir cada vez mais conhecimento para estar preparado para o mercado de trabalho, que atualmente está muito concorrido em todas as áreas e tipos de profissões e só quem é bom realmente, vai conseguir um bom salário, além, de um trabalho estável.

Gustavo  Corezzolla diz: Entrei na parte de elétrica por acaso, eu sempre gostei de engenharia automobilística, porém na minha cidade existia nada relacionado, então parti para a elétrica, onde atuo hoje. Estou muito feliz e realizado. Como todo mundo, eu também busco estabilidade no emprego e um bom salário, muitos afirmam que trabalham só pelo amor, pelo que gostam, mas na realidade, todos nós por dentro, sentimos um prazer a mais quando nosso trabalho é bem recompensado, e nos sentimos realizados e valorizados pelo mesmo.

taaally diz: Mas e você Taís, como se vê no mercado de trabalho?

Taís. diz:  Primeiramente, quero estar certa do que espero para mim, que profissão seguirei. Mas independente disso, quero adquirir o maior conhecimento possível na área, estar amplamente capacitada e preparada, e poder compartir desses conhecimentos e das minhas habilidades com as pessoas que necessitam. Quero também sentir prazer com a minha profissão, poder ajudar as pessoas e ser valorizada por isso.

Taís. diz: Talita, o que você percebe no mercado de trabalho atualmente?

taaally diz: Olha, no meu estágio eu já pude perceber bem o que eu vou encontrar pela frente sobre trabalho, mas sobre o mercado, eu não sei muito.    Já vi vários processos seletivos para trabalhar no Senai e é triste ver as pessoas que não passam, mas é tão emocionante ver no rosto da pessoa que passou a felicidade por ter conseguido o emprego. Fico com medo de pensar em quando vai ser a minha vez de estar lá sentada, sendo testada por pessoas que podem ser minhas colegas de trabalho dias depois, mas é mais uma fase da qual nós temos que passar. E pra entrar no mercado de trabalho, nós não podemos ter medo de cair, porque não é tão fácil, na minha visão.

Gustavo Corezzolla diz: Deni, como você vê as oportunidades de emprego hoje? E quais critérios você vai levar em consideração para escolher a sua profissão?

Denison diz: As oportunidades de emprego são inúmeras, o que falta, é competência dos candidatos à vaga. Sendo que, o que levarei para a escolha do meu emprego, é a questão do salário, pois o mesmo é necessário. Mas também a questão da afeição, pois é algo que poderei trabalhar pelo resto da vida.

Entrevista

Como modo de explicitar diversos pontos de visão, e também como forma a comparar o mercado de trabalho de ontem e de hoje, nosso grupo realizou uma pequena entrevista com a mãe do integrante Denison Klein da Silva. Dirlei Fátima Klein expôs sua visão sobre o mercado trabalhista atual, ela que também é professora da disciplina de História na unidade do Senai Concórdia.

Quando questionada sobre como observa os adolescentes que iniciam no mercado de trabalho, ela respondeu:

“Sinto que esse ingresso ocorre de maneira abrupta, pois a maioria dos

adolescentes não trabalham em sua “área” por ainda não terem definido

uma. A maioria tem empregos informais, ou trabalha como aprendiz.

Enquanto temos o lado positivo de dar ao adolescente um primeiro

emprego, que lhe implicará em uma responsabilidade maior e ampliará

sua noção do mercado, também temos no lado negativo um “pré-emprego”

que pode, infelizmente, acabar não contribuindo tanto para o

crescimento profissional deste jovem.”


Sobre sua visão em relação às oportunidades de emprego atualmente, ela diz:

“Temos um mercado de trabalho excludente e seletivo. Muitas empresas

pedem funcionários com experiência, mas não percebem que se não

houverem aberturas para um primeiro emprego, não haverá experiência

para ninguém.”


Assim, quando perguntamos qual seria para ela a melhor parte de um emprego, o gosto pelo mesmo ou a remuneração, obtemos a seguinte resposta:

“Apesar da remuneração ser fundamental no mundo capitalista em que

vivemos, o gosto pela tarefa desempenhada é tão ou mais importante.

Várias pesquisas relatam que funcionários felizes são mais

bem-sucedidos, pois desempenham suas tarefas de maneira prazerosa, e

vêem a remuneração como consequência do que fazem, e não como

recompensa pelo que penam.”

Alunos do Senai Concórdia de Olho no Futuro!